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#EsteOutroMundo

#EsteOutroMundo

E eu aqui, colada a ti.

O mundo tem, neste momento, mais de 7 biliões de pessoas e eu fui desencantar-te inesperadamente no meio de tanta gente, depois de tanto tempo, depois de tanta história e ponto final. Se um relâmpago nunca cai duas vezes no mesmo lugar, as probabilidades erraram na nossa tempestade e eu tive a oportunidade de me cruzar contigo uma segunda vez.

 

É engraçado como foi discreta a aproximação e como, tão rápido, nos reencontrámos, nos alcançámos e colámos.

"Colar".

 

"Colar". Ora aí está uma palavra que nos descreve tão bem.

 

Colar-me a ti. Colares os pedaços de mim. Colar o meu corpo ao teu. Colares a tua pele à minha. Colar o meu beijo aos teus lábios. Colares as tuas mãos à minha cintura. Colar os teus olhos no meu olhar. Colar as tuas palavras no meu sorriso. Colar o teu toque à minha alma. Desapegar-me dos medos que se tinham antes colado a mim e que se descolaram com a emoção da tua aterragem súbita e inocente na minha vida.

Quer dizer...Foi inocente precipitadamente e precipitadamente o deixou de ser. Desfez-se quando me apercebi que ainda guardava restos do nosso primeiro beijo na minha boca. Desapareceu quando o teu toque me levou de volta ao calor das mãos dadas daquela primeira vez. Transformou-se quando nos teus olhos vi o reflexo daquele utópico nascer do sol que, até então, recordava sem me aperceber da tua presença.

 

Aquelas cores vestiram-me o coração inúmeras vezes e outras tantas me aqueceram a alma. Aquelas cores trouxeram sonhos e revelaram memórias como se de um rolo de fotografia se tratasse. Aquelas cores foram-te pintando na minha frente, como se fosse a primeira vez que te via, tal como uma fotografia vai ganhando cor. E na minha memória esse nascer do sol ganhou um novo brilho, tu ganhaste novas cores e toda a história até então fez sentido.

E colei-me a esse déjà vú. Colei-me a ti. Senti-te colares pedaços de mim. Colei o meu corpo ao teu com juras de nunca mais te deixar ir. Senti-te colar a tua pele à minha e apaixonei-me um pouco mais. Colei o meu beijo aos teus lábios e prometi nunca mais saborear um outro sorriso. Colaste as tuas mãos à minha cintura, com a força de quem não me queria ver fugir ("que inocente!", pensei... como se alguma vez ousasse em te voltar a fugir). Colei os teus olhos no meu olhar, tomando-os como o meu horizonte. Colei as tuas palavras no meu sorriso, nos meus ouvidos, no meu ser. Tomei-as como a minha essência a partir daí. Colei o teu toque à minha alma, colaste-te a mim.

 

E aquela imagem dos dois adolescentes, secretamente apaixonados, disfarçadamente de dedos entrelaçados e de inocentes olhares trocados, repetiu-se.

Desta vez sem nascer do sol. Porque o que tinha de nascer, havia nascido uns anos antes. Desta vez as nuvens foram embora. Aquelas nuvens que ali pairavam há alguns anos, sim. Foram embora e deixaram o sol lá bem no alto, quente, como daqueles dias de verão que nunca mais acabam e que aquecem o olhar, salgam a pele, lavam a alma. E, de cabelos colados ao corpo, fizeram-se promessas de adolescentes, com sabedorias e sabores diferentes, sob o sol quente. 

 

Seria o sol quente ou o coração?

Bom dia.

A luz começou a entrar aos poucos por entre as frestas de uma persiana mal fechada como se o dia quisesse acordar aquelas paredes, mas as acordasse calma e serenamente da mesma forma que o mar beija a areia da praia em dias de maré vaza sem corrente. À medida que o quarto amanheceu, também eu fui despertando. O meu corpo continuava mole do dia anterior, sem se querer convencer de que a noite tinha efetivamente terminado.

Tentei forçar o meu cérebro a compactuar com as pálpebras cerradas: "só mais um pouco, só mais uns minutinhos, por favor". O meu inconsciente queria acordar e o meu consciente estava a perder aquela batalha. O corpo foi despertando também, apesar dos olhos fechados. O cérebro não conseguia ficar quieto muito mais tempo... só o corpo fazia força para se manter adormecido. Estremeci. 

Estremeci quando o meu cérebro me lembrou de algo mais. Estremeci quando o meu corpo se apercebeu do sítio exato onde se encontrava.

Estremeci com a sensação de calma que me envolveu. Estremeci e dei meia volta, ficando de frente a frente para aquele vulto. Aquele corpo ainda preso no sono desenhava-se à minha frente como um escudo protetor. Por segundos, inconscientemente, pensei ainda estar a dormir e pisquei os olhos numa tentativa de acordar de um possível sono (e sonho). Mais acordada era impossível.

Estremeci por ser real. Estremeci por estar ali. Estremeci pela certeza tão absoluta de não haver lugar mais certo onde eu pudesse estar. Estremeci pela felicidade de ser um sonho da vida real. Estava feliz naquele local (o local que não era o quarto).

Incrível como um espaço tão apertado pode fazer alguém sentir-se tão livre, tão solta. É incrível como aquele local me fazia sentir tão inocente, tão pequenina, tão frágil... e tão forte, tão segura, tão feliz. 

Não quis mais dormir ou ter sono. Quis estar desperta para sempre, para não desperdiçar nem mais um momento naquele sítio tão ideal, tão acordada que sentisse aquele estremecer para sempre, de sensação tão boa que era. Não quis mais sair dali: se eu decidisse o tempo pararia naquele exato momento, sem quês ou porquês e eu vivia ali, naquele abraço, naquele regaço, junto àquele peito protetor, como se ele fosse um portal para aquele corpo (e, para mim, de certa forma, até era ).

 

Se eu decidisse o tempo pararia naquele exato momento, sem absolutamente mais nenhum quê ou porquê. E eu viveria ali para sempre, no teu abraço, no teu regaço, colada  ao teu peito, como se fosse um portal até  ao teu corpo. E para mim, de certa forma, era: a minha alma levitava com o teu bater de coração

 

Sentir ali, pele com pele, com a tua respiração serena na minha nuca, a sentir cada batimento cardíaco, cada toque e cada movimento. Ajeitei-me em ti, como se ainda não estivesse perto o suficiente. E depois, quando me apercebi que era ali que ia estar para sempre e que naquele lugar nada de mal podia chegar, senti aquele friozinho de sempre, que todas as manhãs me deixava feliz: a pontinha do teu nariz frio de quem acabou de acordar num quarto rodeado de inverno tocou, finalmente, a minha testa e os teus lábios húmidos encostaram no meu nariz. "Bom dia".

 

Sim, agora ia ser, definitivamente, um bom dia. E eu suspirei de alívio: o dia tinha-me acordado para ti.

Pinky Promise (Jura, Juradinho)

Prometo-te tudo de mim:

prometo-te o meu toque, prometo-te o meu abraço, prometo-te o meu olhar derretido, prometo-te o meu sorriso babado, os meus ouvidos atentos, as minhas pernas bambas, as minhas mãos desertas por te terem.

 

Prometo-te as minhas palavras mais sinceras, os meus gestos mais apaixonados, os meus desejos mais profundos e os meus sonhos mais bonitos. Prometo fazer tudo o que estiver ao meu alcance para teres a teu lado a melhor pessoa, a melhor menina, a melhor mulher e a tua melhor amiga. Prometo desafiar-te, prometo ser curiosa, prometo animar-te, prometo ser conselheira, prometo guiar-te quando te sentires perdido, prometo encontrar-te sempre, prometo ouvir-te e abraçar-te quando não quiseres falar, prometo acordar-te quando tiveres pesadelos e realizar os teus sonhos. Prometo estar sempre presente.  Prometo desejar-te. Prometo tratar de ti. Prometo engordar-te e fazer-te correr.

 

Prometo-te os teus melhores dias e o ressaltar o melhor de ti. Prometo-te as tuas piores palavras e vir ao de cima o pior de ti. Prometo-te o melhor sono da tua vida e prometo (tentar) tirar-te o sono. Prometo-te os altos e baixos do costume.

 

Prometo-te ser eu. Prometo-te o pior e o melhor de mim. Prometo surpreender-te. Prometo desiludir-te. Prometo orgulhar-te.  Prometo, definitivamente, tirar-te do sério. Prometo controlar-me e prometo descontrolar-me. Prometo descontrolar-te. Prometo-te todo o meu mau feitio e os meus defeitos, prometo que vou falhar e prometo desapontar-te. Prometo pedir-te desculpa. Prometo-te não ser perfeita. Prometo-te os meus melhores e piores momentos. Prometo-te todos os meus sentimentos, prometo-te todas as minhas vontades, prometo-te todo o meu caráter, prometo-te cada pensamento, prometo-te todos os meus valores, todos os meus olhares apaixonados, toda a minha força, todos os meus quereres, todo o meu espaço. Prometo-te todo o meu corpo e toda a minha alma, toda a minha aura. Todo o meu ser. 

 

Prometo querer-te por inteiro.

 

Prometo querer-te por perto.

Por favor, fica por perto. E eu prometo estar aqui para ti, se tu estiveres sempre aqui, completo, só para mim.  Prometo sentir a tua falta cada segundo longe de ti e correr sempre para ti (e contigo). Prometo segredar-te que fico contigo, para ti e para nós... Prometo-te tudo isto e mais ainda, bastando-me prometeres a ti. 

pinky-promise.png

 

Amo amar o amor

Sempre fui apaixonada pelo mundo, pela praia, pelo rosa e pelo amor.

Sim, é possível ser apaixonada pelo amor: é possível amar o amor. Não é o amor que faz sofrer, é a falta dele. Nunca foi o amor que me fez chorar, foi a ideia de ficar sem amar ou de não ter com quem partilhar o sentimento que tenho pelo amor.

Realmente, agora que penso nisso, nunca foi propriamente o desejo de partilhar o amor com alguém, foi o desejo de partilhar o amor que sinto pelo amor, que sempre me moveu. E é por isso que o amo: acima de todas as coisas!

 

O amor é suave. Talvez por isso considere que o rosa é mais a cor do amor que o vermelho. O vermelho é mais quente, mais forte... mais como uma paixão. O rosa é suave, discreto... mas está junto aos tons avermelhados, porque tem de ter, impreterivelmente o tom excitante da paixão.

O amor é tranquilo. Tal como a praia no Inverno em que se sente o cheiro ao mar, em que se ouve o barulho das ondas, em que só o facto de se estar ali com um céu alinhado e desfeito no mar, nos tranquiliza e traz paz de espírito. Uma paz que nos excita de tanta imensidão que transmite. Suave e tranquilo. 

O amor é brilhante. Também como a praia no Verão, com o sol a bater no mar e a refletir na areia, que faz tudo parecer ter cores tão vivas mesmo sendo exatamente do mesmo tom que há seis meses atrás que nos faz andar ansiosos, e cansados apesar de estarmos de férias. Excitados, como se todo o brilho acabasse amanhã (e não acaba), e pensando quando será o último dia que estaremos assim até ao próximo ano. Suave, tranquilo, brilhante.

O amor é imenso. É um mundo de descobertas, um mundo de recantos, um mundo que nos faz desejar ser imortais para conhecer, respirar, tocar, cheirar e provar tudo o que tem. Um mundo de segredos, um mundo de novidades, um mundo excitante e irreverente... um mundo inesperado e indecifrável. Suave, tranquilo, brilhante e imenso.

Talvez seja também excitante: suave, tranquilo, brilhante, imenso e excitante, nem que seja porque a excitação está presente em casa um das outras características. A verdade é que o facto de não saber o que vai acontecer com o amor, nos deixe ansiosos, elétricos... excitados e na expectativa.

A tua história encantada

Abres os olhos e descobres que ele está ao lado... do teu lado. Descobres que não é como sonhaste, mas é real, palpável, vivenciável. Descobres que ele te dá energia para sorrires, para o coração bater mais forte cada vez que lhe tocas, cada vez que o vês, cada vez que o sentes perto ou sabes que o vais encontrar; ele dá-te energia para viveres - cada dia, cada minuto, cada momento, cada sonho. Ele dá-te energia até para respirares.

Apercebes-te que não mais vais conseguir dar um passo igual sem ele. Que os dias ficam sem brilho quando ele não está do teu lado. Que os dias ficam cinzentos sempre que não sorriem um para o outro. Apercebes-te que, sem exagerar, pensas nele 25 horas por dia, 367 dias em anos bissextos. Apercebes-te que não tomas decisões sozinha, mesmo quando ele nem sabe o que estás a pensar. Olhas-te ao espelho e estás acompanhada. Sempre.
Aprendes a rir de ti mesma quando te lembras que acabaste de fazer aquele gesto que ele adora ou aquela expressão que o faz rir. Rir às gargalhadas. Sorrir com aquele jeito que tanto veneras. Com aquele som que te faz não querer ligar o rádio. Ele é uma lufada de ar fresco, é uma brisa na manhã de verão, é a temperatura certa. Ele é uma gota de orvalho nas manhãs de S. João, é a tua canção favorita, a tua história encantada, o teu fim de tarde (e manhã, e almoço, e noite...) perfeito. Ele é o teu eterno primeiro encontro, o teu primeiro beijo e o teu primeiro dia de escola, que sabe às férias de verão junto ao mar ou à noite de Natal junto a uma lareira crepitante.
Ele é tudo o que não tem descrição, tudo o que te faz falar sem parar, tudo o que te faz mudar de humor instantaneamente. Ele é o que te faz odiar seres tão dependentemente independente. É todas as antíteses possíveis, todos os opostos e todos os imprevistos. Ele é tudo o que te lembras. Ele é o teu dia. E a tua noite. Ele é tudo o que amas.

Olhas indiscretamente para ele, sem te importares que toda a gente repare que estás apaixonada. Falas sobre ele. Descreve-lo. Ele é o teu romance. Ele é o teu mundo. É a fotografia excelente que tiraste na tua viagem de sonho. É a paisagem que queres conseguir descrever, mas que te faltam as palavras. Porque ele é tudo.
Tremes. Tremes de excitação, de nervosismo, de amor, de paixão. Tremes cada vez que se fala dele. Sorris quando alguém tem o mesmo nome dele. Vibras. Vibras com tudo o que te faz lembrar dele, que basicamente é o mundo. Parece que tudo te lembra dele, há um pedaço de história em cada canto. Há um pedaço vosso em cada recanto. Há um "nós" em tudo o que tocas. Há um "ele" em tudo o que fazes.
Quando a lua brilha mais forte, desejas que ele olhe para ela para que façam os dois o mesmo. Quando olhas para as estrelas contas quantas serão até ele. Tudo é ele. Tudo seria com ele.

 

Ele é a tua falta de noção, a tua inocência, a tua loucura. Ele é a tua idade adulta, a tua atitude, a tua vontade de lutar. Ele é o teu sorriso, a tua energia, a tua perversidade. Ele é a tua história de amor. Ele é a tua dúvida. Ele és tu.

Mas será que sabe?

Acontece

Era suposto ser só eu.

Eu e as as minhas manias, as minhas manhas, os meus sonhos, as minhas decisões, as minhas vontades, os meus desejos, os meus quereres e creres, a minha rota e tudo o que mais fizesse parte mim, mas só de mim.

Mas o destino, o fado, Deus ou um outro deus qualquer, as fadas, os feiticeiros, as estrelas ou os astros ou o que quer que mexa connosco não o quis dessa forma.

Quiseram-me diferente, acharam-me incompleta, acharam-me talvez perdida e desnorteada. Acharam-me pouco eu.

E a ti... pouco tu.

Encontrei-te. Encontrei-me. Encontraste-me. Encontrámo-nos.

Ficaram as minhas manhas, com as tuas e apareceram as nossas manhas. Os nossos sonhos. Os nossos desejos e vontades. A nossa rota. Nosso. Nossa. Nós. De cada um e dos dois.

Fiquei eu. Ficaste tu. Ficámos eu e tu. Ficamos nós. Sim, ficámos nós os dois.

Ambos aficionados um pelo outro, aliados, apaixonados, alienados, agrilhoados numa liberdade incondicional, contidos numa felicidade incontestável, incontrolável, incomparável. Indescritível.

Tipo história de encantar, tipo "era uma vez" e "viveram felizes para sempre", tipo última cena de filme, último episódio de novela, poema de Shakespeare, canção de amor. Tipo um oceano lírico, uma página de um romance... Romântico. Tipo dois em um, meio termo, frio e quente, escuro e claro, grande e pequeno, longe e perto, alto e baixo, redondo e quadrado, cheio e vazio, tudo e nada.

Eu e tu.

E todas as antíteses que nos descreverem.

E assumi-te como parte de mim, fazendo-me parte de ti. Completando-me, completando-te, criando-NOS. 

Acontece. Aconteceu. Aconteceu-nos. Acontecemos. Acontecemo-nos.

Do meu primeiro suspiro

Acordei naquela manhã nublada.

Como quem não deseja que o mundo pare, mas quer por alguns momentos em pausa, segui-te.

Meia desengonçada, meia discreta, um tanto ou quanto direta, um pouco insegura, segui-te enamorada. Segui-te como quem não quer perder alguém, mas não conhece outro meio de prender. Segui-te como se o mundo não respirasse amanhã, como se ainda naquele dia ele deixasse de existir.

 

E tu seguias o mundo, seguias os caminhos do mundo, desvendavas vielas do mundo, desbravavas trilhos do mundo. Tu seguias no mundo.

 

Inesperadamente, abrandaste o passo. Paraste. Ergueste a cabeça. Olhaste o céu. Inspiraste. Aliás, inspiraste como se do último suspiro se tratasse. E talvez fosse o teu último suspiro... pelo menos como te conhecias. Como eu te conhecia. Como o mundo te conhecera.

Eu fiquei ali. Parei. Olhei-te. Suspirei também (tão bem). Suspirei como se fosse o meu último suspiro. Último, claro, antes do primeiro. Do meu primeiro suspiro. Contigo.

 

E depois desse suspiro viriam mais e mais. Viriam respirações próximas, respirações afastadas, inspirações, expirações, respirações apaixonadas. Algumas magoadas, algumas nervosas, ofegantes, satisfeitas, maravilhadas, animadas, entusiasmadas, (des)controladas. Perdidas... sem ti. E tantas vezes encontradas em ti.

 

Ficaste ali. E, claro, eu seguia-te e ali fiquei também. Tu miraste o céu. Eu (ad)mirei-te a ti. Ao teu à vontade, ao teu corpo, à tua silhueta, à tua forma de estar. Decorei todos os teus contornos visíveis com a pouca luz de uma sombra de dia de verão nublado. Imaginei os outros. (Suspirei) E apaixonei-me mais algumas vezes por ti.

 

Decidiste ficar por ali. Por aqui. Viste-me e sorriste. Andaste na minha direção, caminhaste para mim. Seguiste-me.

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