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#EsteOutroMundo

#EsteOutroMundo

Amizade.

A ti, que estás sempre comigo, mesmo quando não estás!
A ti que não me deixas cair e me pedes ajuda, porque assim a vida fica mais fácil.
A ti, que dou abraços sentidos e consigo sentir tudo o que sentes. 
A ti que me defendes, mesmo quando não quero e me proteges, mesmo quando acho não ser preciso.

A ti que estás lá no meu pior e, por isso, mereces todo o meu melhor... 
A ti, que sabes que podes sempre contar comigo.
A ti, com quem partilho o meu mundo, e vivo o teu tão intensamente.

A ti, que me incluis na tua vida, a partilhas comigo e deixas a minha tão mais colorida.

A ti, que me levas a fazer coisas que eu nunca pensei fazer.

Tu... Tu não és de sempre, mas és de agora.
Não és de infância, mas és do amadurecimento.

Contigo, vou ali e já venho, sem pressas.
Vamos sair e dançar, comer e beber, e descobrir, e viajar por aí e sem sairmos do lugar...
Continuamos a chorar, a sorrir, e rir, e ver... continuamos a descobrir tudo... A viver.
A celebrar as vitórias, a chorar as derrotas.
Que as aventuras continuem.

A ti, Obrigada.

Abraços

Um futuro e tanto,
um futuro brilhante,
e um par seres divididos,
entretanto somados,
encontrados de alma gigante
e num abraço fundidos.

Descritos em mil epopeias,
em romances infinitos,
em canções de amor cheias,
vêm com asas que não se veem,
vêm com tantos abraços apertados,
beijos tão bem dados,
corpos colados,
olhares refinados.

Um futuro tão bem guardado,
e que só a deuses pertence,
tantas vezes imaginado,
delicadamente desenhado,
tantas e tantas vezes comentado.

O mais belo dos acasos
de tanto em tanto foi sonhado.

Dois corações errantes,
Dois quase descrentes,
Que creem de tanto em tanto
em tudo e nada,
factos e teorias,
acasos e magias,
realidade e encanto,
previsões e fado.
Em abraços.

E colam-se, refazem-se,
partem-se, repartem-se
e ficam sempre com as melhores partes.
Entre desencontros e percalços,
Entre planos e abraços.

O mais belo dos acasos,
de tanto em tanto partilhado.

Num mundo bem inspirado,
um futuro e dois sorrisos,
andam agora de braço dado,
eles e os dois corpos lado a lado,
eles e duas almas descansadas,
eles, e as palavras que trocam,
eles, e os momentos que só eles conhecem,
eles, e as gargalhadas roubadas,
eles e mais uns abraços.

"Amar é dar a alguém a paz que o mundo tira".

Deixemo-nos de cenas : a vida e o mundo de hoje em dia são - inevitavelmente - stressantes. Nós sobrevivemos, claro: cada vez desenvolvemos mais e melhores ferramentas para cuidarmos de nós próprios, para aproveitarmos ao máximo a nossa própria companhia, para cultivar o amor próprio (que palavra cliché, não é? parece que agora pegou moda, mas nem nunca devia ter saído de circulação), para sabermos namorarmo-nos e gostar de nós porque "se não gostarmos de nós quem gostará"? Mas ninguém sobrevive completamente sozinho.

Precisamos de ninhos para aterrarmos (nem que seja de vez em quando), marinas-colo para desembarcarmos em bom porto, pessoas-abrigo, abraços-casa.

Esqueçam a paixão - diz-vos uma romântica incurável, uma apaixonada assumida. Aprendam que para além de o amor poder ter várias formas, nem sempre começa com pernas bambas e corações acelerados, nem sempre nos apaixonamos, nem sempre derretemos. Há amores que começam devagar, há amores que são apenas amizade e amores que começam em amizade, há amores sem paixão - dos amores românticos ou não - e há os amores loucos de paixão.

Aceitem pessoas em ponto-lagarta, e tragam cores à vossa vida . As pessoas - e as relações - sofrem metamorfoses e nós devíamos encher a nossa vida de borboletas! Semear palavras, plantar gestos e viver num jardim - num jardim que, obviamente, temos de cuidar para se manter bonito.
Sejam a paz de alguém, e cultivem (cativem, cuidem) quem vos traz paz.
Tenham quem vos sossegue, quem vos traga boas energias, quem vos faça vibrar, quem vos anima e faz (sor)rir. Tenham quem vos é calma, porque no fim do dia - no fim da (rotina da) vida e nos "fins dos mundos" todos por que o nosso mundo passa - quem nos ama é quem nos embala, quem nos acolhe e cuida, quem nos é - e traz - paz.

(E, se não trouxer paz, deixem ir.)

Amor perfeito.

Se me pegas na mão, eu vou!
Garanto que vou,
E nem olho para trás,
Sigo-te por onde quer que vás,
por onde quer que queiras ir,
por onde me queiras levar.

Impossível é não ir, amor.
Impossível é ver-te partir e querer ficar.
O mundo não é igual sem ti,
O mundo fica sem lugar,
Ou eu fico sem lugar no mundo,
Porque quando estás eu sossego,
Relaxo,
Acalmo,
Descanso,
Deixo-me respirar.

Abraço-te em silêncio,
Sinto-te na cama,
Sinto-te na calma,
Sinto-te na alma,
Corpo dormente,
Coração não mente,
Coração cheio,
Completo,
Repleto…

Amor perfeito.

E fecho-me contigo a sós,
Deixo-me acolher,
Abrigo-me em ti.
Em mim,
Em nós.

Que ato, não desato,
E amarro,
E prendo,
E agarro,
E não largo.

Amor, eu derreto,
Com este amor inteiro,
Amor de jeito,
Amor calmante.

Eu rendo-me,
Deixo-me prender,
Deixo-me perder,
Deixo-te encontrares-me,

Sempre que quiseres, amor,
Deixo-te estar,
Acreditar,
Demorar.

Demora-te, por favor,
Neste sorriso que me devolves,
Nesta casa que me dás,
Neste nó tão bem feito,
Neste beijo que dá paz,
Nesse cheiro que me abraça,
Nesta calma onde me perco,
Neste tudo que é tão certo,
Nesse "tu" que é centro...
Neste nosso amor perfeito.

Explode!

Eu escolho-me.
(Não me encolho).
 
Eu escolho ser.
Escolho sorrir, sonhar, voar, 
escolho muito viver - 
viver tanto,
viver tudo,
ver o mundo.
 
Escolho os verbos bons,
Não os de bom tom,
Mas os inteiros,
completos, repletos,
que marcam a vida,
que marcam a alma.
Os que deixam o mundo menos feio,
e me deixam de coração cheio.
 
Escolho-me a mim e
às opções fáceis:
fáceis de lembrar,
fáceis de querer para sempre,
fáceis de fazer levitar.
 
Acreditar.
 
Escolho os arrepios na espinha
e as lágrimas do não correspondido,
Em vez do que não vi, não foi, não houve,
do que nunca seria vivido.
Porque prefiro essas sensações,
emoções,
mesmo que incluam ilusões,
frustrações,
deceções, desilusões.
 
E que tudo em mim vibre, 
Tudo em mim deseje,
Tudo em mim brilhe,
e ria,
e viva.
 
Ai a vida!
Boa vida,
Tão bela de ser vivida. 
 
E que eu guarde em mim
os sonhos todos do mundo,
Lá bem de cima,
Lá bem do topo,
Até ao meu eu mais profundo.
 
Que eu viva bem,
esse fogo que arde e ninguém vê,
sem almas pequenas,
sem corações de pedra,
sem perder tempo,
sem me apressar.
E a acreditar...
 
Sempre a acreditar.
 
Respira:
Inspira,
Suspira
Expira...
Explode!
Acredita
E não pira!
 
E que eu beije,
eu veja,
eu sinta,
eu tenha,
eu seja.
 
Que eu seja tão eu,
que não saiba se vivo ou se sonho.
E que me escolha sempre a mim,
ao meu início,
ao meu meio
ao meu eu inteiro,
ao meu fim.
 
Acredito em mim.

You in a sip.

Just a little bit longer, please. A moment more, I swear it will be fast.

I just need a bit more: a last word, a last kiss, a last touch, a last hug. Just a few seconds, please. Give me just one more glimpse, a smile, a walk, some cuddles. Give me just one more call, one more message. Give me one more dinner, a slice from a pizza we ordered in a rush, one more cookie... just a bite. Give me one more date: should we drink coffee? One cup more only. A sip, maybe? A little tiny sip...

Pause us. Keep us. Hold on to us.
Give me just an instant more. A no-way-back walk by me, to you. Then I will return to me, but I will have you with me. I promise to arrive and don't leave. I promise to stay. I promise you my existence. I promise to you the "yets", the "everythings" and "alls", the "forevers". I promise you sweet, intense, permanent words. I promise you long kisses upon arrival, and bigger ones during the soon-ending "goodbyes". I promise to you the night-long touches. I promise no reason hugs just because, and heartening hugs as needed. I promise I will always see you. I promise to remember your glances, your smiles, and the Sunday afternoon cuddles.

Give me what you never gave me before. Let me give you as much as I have to offer you. Give me just a little bit more, and I will give you everything I can, so you will want to share everything you have for me.

 

Then I will give you all the time in the world. Actually, I will give you my own world. I just need a little longer... Do you mind giving me some more minutes, please? Some hours, maybe... there's so much to do - a gigantic world to live in, a whole kiss for us to be in.

Linger here: stay longer... on my behalf, for those lips - and everything else - I will stay with no hesitation! There's so much that I still want to show you, so much to unveil! Stay just some time more, it is still early! Don't go yet, I barely saw you - I barely felt us and want us so badly. Just stay here, ok? At least for a moment more: give me a little bit more of you.
Give me a little bit more of us - some days more, maybe. Maybe I am being too bold, as time is something so valuable... But would be a lot to ask you for some months more? It is not that much, I believe... and forgive me my madness, but every time I think of you, I want you a little bit more. I want us a little bit more - a sip from what was not that perfect, but was good enough to love.

Give me a little bit more of us: I was wondering, perhaps, for some years more... and then you just lie here for the rest of our life, pretending we mind that. I really just want a sip more: a sip from the "yesses" and from the "likes". A sip from your oh-so-good intuition - because we both know mine doesn't work that way. A sip from a dream not this short, a sip from a moment that lasts, a sip from a "once upon a time" that can be turn into a "forever" straight away.

Give me a little bit more of us, a little bit more of this, because it was gone in a blink of an eye. Give me just a sip more of us... you in a sip, please.

Pequeno - almoço de domingo.

Tu viraste manhã.

Viraste almofada, cobertor e aconchego. Viraste lua e nascer do sol. Viraste canção de embalar, silêncio calmante. Viraste "boas noites", "bons sonhos", "bons dias"... viraste um fechar de olhos e um abrir de sorrisos, viraste um abrir de olhos e um fechar de lábios. Beijo bom. Beijo ótimo. Foste dia e noite, e viraste manhã.

Harmonia e conforto.

Deixaste o mar sem ondas, um tempo que aquece, um amanhecer de sol. Deixaste um sabor suave, aroma de reconciliação, uma essência de frescura de uma alma acabada de tomar banho. Viraste ouro sobre azul, cereja no topo do bolo. Viraste prólogo de uma história que eu quero viver, viraste inspiração na ponta dos dedos. Viraste bom presságio, boas sensações, boa disposição matinal, barrinha energética (beijinho energético). Viraste tema principal do meu sorriso e do meu bom humor. Viraste previsão de sol, mesmo em dias nublados. Viraste por do sol em dia de chuva.

Viraste serenidade depois da agitação, raio de sol pós-tempestade, arco-íris. E eu fiquei rica com o pote no teu fim - no nosso início, no nosso recomeço constante. Fiquei rica em manhãs lindas e bons acordares. Fiquei rica em abraços apertados que quero tanto esbanjar em ti . Fiquei rica com os abraços apertados que tanto esbanjas em mim. Gosto disso: gosto de ser rica de ti. Gosto destas manhãs ricas em ti.

Viraste abraço - abraço tão bom, abraço tão quente, abraço-abrigo, abraço-casa, abraço-regaço, regaço-almofada, regaço-ninho. 

Viraste o meu acordar favorito, a minha premonição de um ânimo inevitável, ante-estreia de algo promissor, teaser de um bom dia, rotina que não cansa. Viraste o despertar ideal, viraste cheirinho doce que faz levantar, dose diária de vitaminas que não esqueço de tomar. Manhã de calmaria, manhã de paz, manhã sem pressa, manhã fácil. 

Calma e tranquilidade.

Um virar de página tão bem sucedido, um sonho tão bom de viver, um capítulo tão bom de ler de um livro tão bom de ter, de uma saga que quero tanto - tanto! - ver. Viraste solo firme, corrimão seguro, farol e porto - bom porto. Porto de abrigo, de atraque, de permanência. Bom Porto.

Viraste momento de uma serenidade que se demora. Viraste sossego de domingo. É isso: viraste domingo - pequeno almoço de domingo - eu quero domingar muito. 

G O !

What if after the sunset you're not here anymore? What if you're gone with the last daylight? What if I can't find you in the darkness of the night? 

 

Go!

Because I can afford to lose you on the beach... and, truth to be told, is there a better place to wait for a new day? Is there a better place to absorb my own company? Is there a better place to start over?

 

I'll enjoy me. I don't get sick of being lonely, I am pleased to be on my own. I will smile to me, I hold me tight - yes, not with you, but with me. And, like this, I won't lose you anymore. You'll go, I'll stay. Tomorrow I already found myself and I will glow either with the sun as with the moon. And I'll stay there until late night. I will enjoy me in my beloved sunset light, that exists with or without you - and that I have as much as I need. Tomorrow I won't lose you, although I never thought I have you, and we can't lose what we never had.

 

Go! 

I can guide myself in the darkest nights, as good as I can during day, for a long time now. 

And, if you disappear in the sea as the sun, you'll go in a pretty way.

Há já muito tempo que me sei guiar tão bem no escuro da noite como em plena luz do dia ...

Go! Because I won't, I don't want to go, and I didn't disappear. I was here, I am and I will be (for the sunset, for me, and, if needed, even for you).

Cidade.

Segredei à cidade
o meu desejo de te ver,
o meu desejo de te ter,
de saber por onde andas,
de acalmar esta ansiedade.

Segredei bem baixinho,
com vontade de desvendar
os sonhos que tenho por contar,
os pesadelos que tanto quero esquecer
e deixar ir devagarinho.

Segredei quase silenciosamente,
como quem não quer perturbar,
como quem não quer acordar,
o mundo que ainda dorme
e pensa conhecer-me perfeitamente.

Segredei à cidade
todos os momentos prometidos,
todos os momentos tão vividos,
e os que ficaram por passar,
recordando-os com claridade.

As luzes da cidade piscaram,
talvez a dizer que perceberam,
talvez a dizer que me ouviram,
talvez só porque sim,
sem saberem dos segredos que lhe contaram.

Os carros da cidade desapareceram,
deixaram de correr,
deixaram de se ver,
as ruas ficaram desertas,
sem as palavras que não se disseram.

Segredei à cidade
tudo o que ficou por acontecer,
tudo o que ficou por dizer,
como quem tanto quer paz,
como quem só quer felicidade.

Segredei à cidade minha
tudo o que de ti visitei,
cada beijo que troquei,
em como te dei o que era meu,
em como te entreguei o que não tinha.

Segredei à cidade,
sem qualquer esperança,
coração de insegurança,
olhar cheio de sonhos,
e alma cheia de vontade.

Segredei sem parar
à cidade partilhada,
à cidade tão explorada
como cada canto teu,
cada traço desse olhar.

Não quis esconder nada,
à cidade que era tudo,
à cidade que era um mundo
à cidade que conhecia
toda a história encantada.

Segredei à cidade tua,
que não sei,
não conheço a lei
de amores perdidos
desfeitos à luz da lua.

E eu pensei num final bem credível,
não fosse alguém reparar,
não fosse alguém querer acreditar
na descrição tão real
de um sonho quase impossível.

Inventei um final feliz,
que gostava de ter tido
que me haviam prometido,
final de seres tão meu,
final que sempre quis.

Não sei se a cidade me ouviu,
de tão baixo que falei,
de tão alto que calei
as lágrimas que falaram
de um futuro que fugiu.

Aquela cidade ficou lá
e eu decidi vir embora,
eu que sempre fui de fora,
que a assumi minha por ti,
pedi-lhe para te trazer para cá.

Segredei à tua cidade
o meu desejo de viver,
o meu desejo de me ter,
de poder fazer tudo sem ti,
e aprender a calar a saudade.

Differences.

Sometimes difference is what brings people together.

 

A little difference never hurt anybody: it may be difficult sometimes, but is not impossible.

And definitely, is not about the differences. 

Is about what brings you together: the joy that you share, the happiness that makes life brighter , the funniest conversations, the excitement of seeing each other every time, the shared secrets - that no one else knows, the inside jokes no one else understands - or sees, the shiniest shiny eyes, the trembling souls - unconditionally, unexpectedly and unpredictably souls, the flare (the flare you had, the flare you share, the flare you make together, since ever, and that no one else will be able to light up)... Is about how great your bright is when you're together - as a vampire in the sun, glittering all around.

It doesn't matter how different you both are, but how you choose to share and combine those differences. It doesn't matter how different you both are, but how great you are together - how you amazingly work together and how your bodies laugh and dance and sing and trill when they are together.

It doesn't matter how different you are, but how much you complete each other and how strong you become for sharing, combining and overcoming those differences.

 

It's not about your differences, but how much your path looks alike. How much your souls are mates, how much your hearts are attuned . 

 

It's about being free, together. It is about being different, but having both of your hearts with the same beat. Is about having each other in common. Is about shared goals, shared memories, shared glances, a shared history and a shared landscape. Is about the best dream ever, coming true and the most important feelings coming together from you.

 

You just have to choose.

Choose wisely. Don't jeopardize those amazing things. Be happy.

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